Seja bem-vindo.

Aos poucos deixarei aqui algumas impressões. Talvez o meu mundo seja parecido com o seu. Nele, uma grande luz brilha, cada dia mais intensa. O "Sol da Justiça", tão fácil de explicar, tão difícil de entender. Não sejam as minhas palavras, mas uma brisa que alivie o estado ruim de nossas almas.


quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Capitão Fantástico - 2016.

Ben, filho da terra e pai. Pai de iguais, pai ou mãe. Os vivos sofrem. Em união, com doçura, pois há riqueza. Conexão. Sua falta leva à perdição. Aquele que se isola conspira contra a verdadeira sabedoria (provérbio, Tanach). Riqueza que precisa fluir, seguir seu caminho até o todo. Até a sublime realidade permanente. O pensamento em ação. Tudo que existe, existe na mente do Criador e Mantenedor da existência. A quem estás conectado? E estes a quantos levaram sua memória?
Atuações perfeitas sob a direção de Matt Ross. Filme porreta que vale assistir. Doce criança, vivo por você.

Mingauzinho de merda.

Quer saber no que estou pensando? Que indiscrição. Mas te digo, como quem já não suporta este mingau que cuidas uma vez mais deitar-me à boca. Mingau de fezes requentado. Penso no que pensam os vivos. Penso no futuro. Na ficticiosa paz, passos finais do guerreiro. No terror que antecede a escuridão. No ajuntamento das terras, na odiosa festa, na exaltação do chefinho, na injustiça, na injustiça. Penso na injustiça e em mais nada. Por isso não quero pensar. Quero agir. Nada sei senão a violência mas dela fui privado. Acorrentado, evoco a súplica dos mártires. Que os leões estejam com muita fome. Embriaguem-se os convivas enquanto distancio-me silenciosamente em águas de mansidão.

Neste canal tenho encontrado um contrapondo ao que acredito. Como uma esponja, acredito nas idéias de vanguarda torcendo pelas mudanças e odiando o passado. Mas será isso bom? Tirando a citação ao Bolsonaro a quem desprezo, ser de direita é ser mal e retrógrado? Creio no Deus de Israel. Sei que por sete anos haverá o domínio do anti-messias. Sei que há uma plano em execução e que crentes na Torah serão odiados. Agora faz sentido. Respeito a quem discorde mas acabei de me tornar patriota por uma questão de justiça.




" Eu sou completamente insano!!! Rá rá rá rá !!! " Mr. Pelapele Danaudo Prego

Para a alegria dos discípulos do rabino conhecido pelo nome "Jesus".

Preâmbulo indispensável a qualquer debate construtivo.

Não se pode servir a dois senhores

Festa estranha com gente esquisita...

cultura de emponderamento, isso sim.

Canto eu canta você...

a dança da solidão...               Caso o link fique indisponível:

O texto abaixo é de João Pereira Coutinho - Escritor português e doutor em ciência política.
E que tal um ministro para a solidão? Não é ideia minha. Já existe. No Reino Unido, a premiê Theresa  May considerou a solidão "a mais triste realidade da vida moderna". Para combater esse mal, indicou a ministra Tracey Crouch para "desenvolver" uma "estratégia" adequada. / Confesso que a ideia me parece absurda. Tão absurda como haver um ministro para a tristeza ou uma ministra para o fracasso. Razão óbvia: Theresa May está errada quando acredita que a solidão é uma "realidade" moderna. Não é. / A solidão, tal como a tristeza e o fracasso, faz parte da condição humana, provavelmente desde o momento em que os membros da espécie tiveram consciência de si próprios. / A solidão não tem "cura" porque, em rigor, não é uma doença. Exceto para a tradição racionalista —antiga e moderna— em que Theresa  May, ironicamente tida por "conservadora", se inspira. / Sobre o racionalismo antigo, não é preciso um conhecimento íntimo de Aristóteles para lembrar o seu argumento político primeiro: o homem é um animal social. O que significa que o reverso desse desígnio só é admissível se estivermos na presença de deuses ou bestas. / Por outras palavras: viver é viver em sociedade, participando nos assuntos da cidade. Eis a célebre "liberdade dos antigos", na definição posterior de Benjamin Constant (1767-1830): para os antigos, os homens só são livres pela submissão dos interesses individuais às necessidades da comunidade. / Claro que o cristianismo introduziu nesse conceito de liberdade uma mudança relevante, ao proteger a inviolável (e solitária) "liberdade interior" dos homens —e, no limite, o direito dos mesmos em repudiarem a cidade terrestre. / Mas o racionalismo floresceu e triunfou a partir de inícios do século 16: se todos os problemas humanos têm solução, o desafio passa por encontrar a "técnica" adequada para responder a tais problemas. "Ministério da Solidão" poderia perfeitamente ser o título de um livro de Francis Bacon (1561-1626). / Mas Theresa May também está errada por outro motivo: e se o grande problema da "vida moderna" não for o excesso de solidão, mas a sua escassez? / Essa é a tese de Michael Harris em "Solitude: In Pursuit of a Singular Life in a Crowded World". O livro é mediano, confesso, mas existem duas ou três observações que merecem leitura e concórdia. / A primeira delas é que a "vida moderna" é uma gigantesca conspiração para abolir a solidão. Basta escutar os desejos utópicos de um qualquer Zuckerberg ensandecido: para os novos profetas do Vale do Silício, o ideal a atingir é um mundo de conversas contínuas, em que a privacidade não passa de uma relíquia —e todos podem espionar todos. / Alguns números: em 2006, 18% da população mundial estava ligada à internet; em 2009, 25%; em 2014, 41%. E, para ficarmos nas "redes sociais", 8% dos americanos frequentavam esses espaços virtuais em 2005. Em 2013, o número andava nos 73%. Em breve, a "conectividade permanente" não será apenas total; será totalitária. / Infelizmente, essas quimeras de "conectividade permanente" nunca questionam qual o preço que pagamos pela perda de solidão. Para Michael Harris, o prejuízo é triplo. / Sem uma boa dose de solidão, perdemos o tempo de quietude no qual as melhores e mais inesperadas ideias acontecem. / Sem uma boa dose de solidão, somos incapazes de entender o que somos e não somos —no fundo, o ponto de partida para haver um ponto de chegada que seja significativo e real. / Sem uma boa dose de solidão, nem sequer ganhamos o que de mais importante podemos oferecer aos outros: uma disponibilidade genuína e limpa de ruído. / No Reino Unido, Theresa  May quer combater a solidão. Se o objetivo do governo for ajudar os abandonados, os doentes e os desprovidos, nada a opor. Para os restantes, talvez fosse mais útil ensinar que a solidão não é uma anormalidade; é parte do que somos. Mas não apenas do que somos; também do que precisamos. / De igual forma, mais importante do que abolir a solidão é aprender a viver com ela; a habitá-la com os instrumentos de uma cultura —a fruição da beleza, da memória, do pensamento; a tratá-la pela segunda pessoa do singular. Quem sabe? / Pode ser que, um dia, o medo da solidão se transforme em gratidão sincera por termos encontrado a nossa companhia.

Roooooot brow

Senti uma grande necessidade de começar uma nova história mas não tinha ideia do nome. Há um tempo entendi minha afinidade com o número dois. Nas diversas línguas semitas, Beit, a segunda letra, significa casa. Então BEIT NEPHAR, "casa ferreiro", em homenagem aos Semitas da atual Turquia que migraram para a Etrúria, na península Itálica, por volta do séc.VIII a.C.; precursores da Idade do Bronze, segundo consta prezavam pela higiene e valorizavam a individualidade da mulher.
                                                                    Benefácio Birreme

Face

quando o livro das caras estiver parecendo o caderno dos bundas, então virá o fim (Pirolino Viscoso).

Naturalmente bom.

Veja a história, se é verdade não sei. Que os etruscos eram amigos das etruscas e os cínicos eram amigos dos cães. Talvez porque os etruscos vieram da Lydia e os cães das cadelas.
Arqueologia Etrusca

crossover

Andei pensando em mudar de nome. Já que a gente muda todos os dias, porque não mudar de nome? Mudam-se, assim espero, os adjetivos. Mudam-se freneticamente os verbos. Porque não mudar o nome para aquele que eu quiser ser? Muda-se logo hoje para amanhã a gente ver no que dá; e se não deu, a gente muda de novo, como mudam as flores e as penas e tudo fica feliz pois continua como sempre foi.
                                                                         Etruscão, o cínico.

Lava o meu interior.


O MAIS PRECIOSO DOS HOMENS